Primeiras impressões
Depois da viagem de avião (a dormir de uma ponta à outra como já é hábito), aterrámos em Budapeste, à chegada estava a mãe da Zita, e com ela seguimos para a casa nos arredores da cidade (Ainda parte de Budapeste, mas já longe do centro, onde aparentemente tudo se passa, fica a casa deles, numa espécie de subúrbios). Desde sempre impecáveis, levaram-me a jantar a um restaurante excelente onde comecei a minha viagem gastronómica hungara como nunca antes teria sido possível!
A comida húngara é tudo o que eu imaginava: Cheia de sabor, especiarias e muitas vezes picante. Até agora, não houve nada que não gostasse - O que coloca como sempre em cima da mesa a possibilidade de ficar um texugo humano nesta terra longínqua, but - who cares? (brincadeirinha!)
A língua é inescritível - Literalmente - mas lá consegui apanhar um sotaque ou outro e aos poucos decorando o "sim", "nao" e "obrigada". Com muita pena minha, o pai da Zita não fala inglês, o que tornou toda uma conversa sobre cervejas belgas num diálogo muito lento em que a Zita tinha de traduzir cada frase à vez. (Mas soube bem beber um Kriek e uma Delirium Tremens à beira do rio... Com ou sem partilha de línguas. A verdade é que, naquele momento - por muito cliché que pareça - a linguagem era universal)
Sobre a cidade... O que há para dizer? Os pais da Zita levaram-me a passear de noite e de dia também estivemos nós, para me habituar aos transportes, localizações chave, sítios favoritos dos locais, etc. Lindíssima, apaixonante! O ter um rio que atravessa toda a cidade dá-lhe um ar calmo, pacífico, meio zen... E mal posso esperar para explorar a ilha Margarida, ler um livro, dar uma volta de bicicleta... Explorar as feiras, os banhos, as discotecas, who knows!...
Mas sobretudo, espero encontrar por estes lados uma paz de espírito que tenho a certeza que me vai saber... Às mil maravilhas!
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