Pronta para parar de sonhar a preto e branco (já era mais que tempo)
Tiago Phelipe «sonhos com cores» Apaguei hoje (sim, infelizmente só hoje) as mensagens que me mandaste. Não porque «teve de ser». Não porque «não me mereces» (e de facto não mereces) Apenas porque, de repente, não fazia sentido estarem ali. Não fazia sentido estares aferroado tão profundamente a mim. «Com licença, preciso do espaço que tens estado a ocupar... para mim» E pela primeira vez isto parece-me absolutamente natural, razoável, acertado. Pela primeira vez, vejo-te de uma forma totalmente diferente - muito menos marcante. Descobri hoje - agora mesmo - que és igual a todos os outros. E assim serás, a partir de agora. Dentro de mim terás o mesmo espaço que reservo a tantas outras pessoas que conheci - nenhum, ou muito pouco. Onde ficarás agora? Nestes textos que me confortam, que me apoiam de uma forma estranha sempre que eu preciso. Ficarás aqui, mas só aqui. Em mais lado nenhum. Talvez permaneça, ligeiramente, a tal "ideia" de ti, mas... Penso que m...