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A mostrar mensagens de outubro, 2006

"Well I Think You're Crazy..."

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. . . E o que fará isso de mim? O que fará isso de nós os dois? Sim, loucos. Loucos, talvez. Mas claro que, a questão é... sê-lo-emos suficientemente? Poderá essa loucura ser o nosso alimento, A razão da nossa sobrevivência? (Sempre tão tangente, Sempre tão constante) Será que em breve não pediremos um ao outro Bem mais que o que estaríamos (sim, nós próprios) dispostos a dar? Loucos? Quem sabe?, Talvez, talvez...

Quando tiveres saudades...

(um pequeno aparte...) "Quando chorares ao escutar a nossa música, não te arrependas... Quando te arrependeres por não teres escutado tudo o que tinha para te dizer, não imagines. Quando nos imaginares juntos novamente, não acredites. E quando finalmente acreditares que o meu amor por ti era assim tão grande, não voltes... Eu não saberia perder-te de novo."

Vem

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A tua boca é um dia inteiro. Os teus lábios adoçam-me a alma, a carne. Quedados, os braços, imóveis, ao longo do corpo, lutam contra a absoluta impossibilidade de se conterem. Dia após dia. E dói. (E o sorriso que me pegas converte-se sem querer num esgar de tristeza, quando imagino um futuro tão convictamente soturno quanto o meu será, um dia). Vem convencer-me com a luz, as estrelas, a lua cheia, vem encher-me de clichés e frases feitas. Vem - Porque preciso mesmo que venhas. Puxa-me as mãos e descola-me os braços do tronco, corre comigo por entre névoas e chapéus de sol e noites de trovoada, e salta e rola comigo por campos verdejantes, seguramente demasiado verdes e alegres. Vem, nesta noite em que talvez te diga o que o meu coração cerrado nunca quis pronunciar... Nesta em que tudo parece possível, nesta que acabará depressa demais. Vem comigo adorar o silêncio que vai aumentando à nossa volta e nos envolve enquanto, segura, adormeço nos teus braços... Fotografia por Graça, «Can...

Poema do Dia: Our Love Is Gonna Live Forever

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"E se o nosso amor vivesse para sempre, que seria de nós então? Sabes como há no presente uma ânsia de um futuro imperscrutável que nos permite o sonho e a passagem diária das horas. Mas, e se soubéssemos que era para sempre, que faríamos com ele? Separar-nos-íamos desde já por sabermos que o sempre nos juntaria novamente? Cada um para seu lado, então. (...) É na separação que nos encontramos, meu amor. Se o nosso amor fosse para sempre, (...) o nosso amor terminava hoje como nunca." Jorge Reis-Sá, (a partir de uma música dos Spain)