Segunda viagem em Erasmus: Dublin
E de Dublin recordo:
- Um grupo de três australianos fenomenais: O Michael, que tem o melhor humor pós-ressaca que eu já vi e pelos vistos quando está a dançar consegue contorcer-se todo e chegar a tocar com o rabo no chão sem perder o equilíbirio e depois voltar para cima; o Chad, leitor ávido de George R. R. Martin, meio geek como eu (que é sempre um ponto a favor) e claro vítima sucessiva de 7 anos de azar por desconhecer a tradição do olhar nos olhos quando se brinda; E a Katelyn, que acabou por ser a companhia constante com quem finalmente vi Inglorious basterds e me fez companhia na leitura do segundo Eragon, fora uma hora a dançar 80's num andar esquecido de uma semi-discoteca nos arredores de Dublin durante o Backpackers Ball;
- Um outro australiano chamado Dawson cansado de fugir às piadas fáceis - Mas que claro está levou com elas na mesma da minha parte "vá láá, posso fazer as piadas na mesma?"
- Um outro australiano chamado Dawson cansado de fugir às piadas fáceis - Mas que claro está levou com elas na mesma da minha parte "vá láá, posso fazer as piadas na mesma?"
- Os pubs: Para além do incontornável Temple Bar, todos os outros que se encontravam a cada esquina de Dubline que claro não tive tempo para visitar, mas que sem dúvida me apaixonaram - "Um dia volto cá e sou eu que vou fazer um concerto ao vivo!";
- As portas coloridas: Aparentemente, uma das razões pelas quais as portas de Dublin foram inicialmente pintadas de cores diferentes - E berrantes - Foi simplesmente porque ao saírem dos pubs à noite os "Dubliners", completamente bêbados, tinham uma certa dificuldade em reconhecer a sua própria porta de casa...!;
- O Four Courts Hostel, Andy, Ray e todos os outros que ajudaram na jamming session: Porque tornaram a minha experiência inesquecível, e foram sempre o sorriso, a gargalhada e a ajuda que eu precisei, do princípio ao fim, incluindo recomendações de filmes irlandeses e um último visionamento até à hora de partida do Jackie Brown;
- O Four Courts Hostel, Andy, Ray e todos os outros que ajudaram na jamming session: Porque tornaram a minha experiência inesquecível, e foram sempre o sorriso, a gargalhada e a ajuda que eu precisei, do princípio ao fim, incluindo recomendações de filmes irlandeses e um último visionamento até à hora de partida do Jackie Brown;
- A fabulosa Guiness, que me soube fantasticamente e que passei a venerar; Incluindo um certificado obtido na Guiness Storehouse que prova que consegui "pour the perfect pint" de Guiness, o que deve demorar exactamente 119,53 segundos (daí o slogan "good things come to those who wait", bem merecido!);
- Degustação de whiskies: E eu que nem gosto muito, gostei da diferença de whiskies e quem abe daqui a uns aninhos me vejam com o meu Jameson a dizer como o Scotch se pode comparar com o Americano;
- A Fabulosa Wicklow e as 36 tonalidades de verde na mesma paisagem, onde passei também pelo castelo da Enya, pela casa do Bono (com provas fotográficas, mesmo que à distância), pelos locais de filmagem do Braveheart e pela ponte de uma das cenas finais do <P.S. I Love You>;
- A biblioteca da faculdade Trinity: Só por ser igual à do Ataque dos Clones; Pelos vistos na altura a faculdade começou um processo contra o George Lucas, por ele ter tão obviamente copiado a biblioteca de Dublin. Acabaram por desistir do processo, a meu ver, porque sinceramente quem é que quer processar o George Lucas e para além disso, deve ser mesmo brutal poder participar, nem que seja assim, num dos filmes da saga, certo?
- Os livros a um preço ridiculamente baixo: Mas prometo que não comprei nenhum!!! Consegui resistir... Mas só mesmo porque lá está, voando com a ryanair, não há espaço para livros extra na mala... Nem livros, nem nada!! Tive medo de ter de deixar o meu porta-chaves ou os meus postais de Dublin que trouxe como recordação. Só deixaram passar os postais porque fiz um sorriso simpático.
- Músicos de alta categoria em todos os pubs: E sim, isto merece um ponto independente de todos os outros - A qualidade era MESMO muito boa!;
- Pessoas de uma simpatia inquestionável e com um sotaque tão cerrado que obviamente me encantou, como todos os sotaques cerradíssimos que andam por aí. Um dia vou-me dar mal com esta fixação, mas até agora... Música para os meus ouvidos!! (Hugh Jackman, espera por mim! Ah, descobri que o Cillian Murphy é irlandês. E esconde o sotaque bastante bem!)
- Pessoas de uma simpatia inquestionável e com um sotaque tão cerrado que obviamente me encantou, como todos os sotaques cerradíssimos que andam por aí. Um dia vou-me dar mal com esta fixação, mas até agora... Música para os meus ouvidos!! (Hugh Jackman, espera por mim! Ah, descobri que o Cillian Murphy é irlandês. E esconde o sotaque bastante bem!)
- Jogos de Beer Pong que deviam ser proibidas para pessoas com tão má pontaria quanto eu; E que iniciaram um clash já esperado entre os Estados Unidos e o Canadá, representados no Hostel por vários falantes da língua americana;
- James Joyce e o seu conto Two Gallants, que é o mesmo nome de um grupo musical que um belga me apresentou em Ljubjliana há uns aninhos atrás (O mundo começa a tornar-se mesmo demasiado pequeno)
E claro está... Uma experiência inesquecível, um sítio onde sem dúvida quero voltar um dia - Mais tarde, ou mais cedo!
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